Um diretor do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) foi afastado preventivamente do cargo por 60 dias, após denúncia de conduta com conotação sexual considerada imprópria dentro da instituição. A decisão, assinada pelo reitor Carlos Guedes de Lacerda, foi publicada no Diário Oficial da União em 27 de junho, mas ganhou repercussão apenas nesta quarta-feira, 2.
Durante o período de afastamento, o servidor está impedido de acessar qualquer estrutura do Ifal e de utilizar os sistemas da instituição, salvo nos casos estritamente ligados à sua defesa. A medida visa assegurar a transparência na condução do Processo Administrativo Disciplinar instaurado para apurar o caso.
O episódio veio à tona dias após uma reportagem nacional revelar casos de assédio sexual em universidades e institutos federais. Embora o nome do servidor não tenha sido divulgado, o Ifal confirmou que o processo corre desde outubro de 2024 e informou que mantém ações contínuas de prevenção ao assédio por meio de campanhas e iniciativas institucionais.


