O cenário político de Gararu ganhou um novo capítulo. Uma candidata do pleito de 2024 revelou que sua participação na eleição teve como único objetivo cumprir a cota de gênero exigida pela Justiça Eleitoral, sem qualquer intenção real de concorrer. Em declaração, afirmou:
“Declaro que não fiz campanha para o cargo de vereadora, mas apenas para o candidato a prefeito, registrando algumas fotos apenas para fugir da candidatura laranja.”
A confissão reforça suspeitas de que a chapa utilizou candidaturas fictícias para burlar a legislação.
Diante das denúncias, os vereadores Elizabeth Freire e Valdemir, eleitos pela mesma coligação, podem ter os mandatos cassados por fraude eleitoral. O processo segue para análise da Procuradoria e deve entrar na pauta de votação nos próximos dias, sob avaliação do Tribunal Regional Eleitoral de Sergipe (TRE-SE).
Caso a cassação se confirme e ocorra a recontagem dos votos, os suplentes Buraqueiro e Peloco, do PSD, devem assumir as vagas na Câmara Municipal. Isso fortaleceria a base de apoio da prefeita Zete de Janjão, que passaria a contar com sete dos nove vereadores da Casa Legislativa.


