De acordo com a corporação, duas prisões ocorreram na cidade de Santos (SP) e outras duas na Região Metropolitana de Fortaleza (CE). O esquema foi descoberto após a vítima procurar a Divisão de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC), relatando ter sido induzida a fazer várias transferências bancárias aos golpistas.
Segundo as investigações, os suspeitos se passavam por advogados, utilizando identidades falsas e afirmando que a vítima havia vencido uma ação judicial inexistente. Após o anúncio da suposta vitória no processo, os criminosos exigiam o pagamento de “taxas”, “impostos” e “custos processuais”, levando a vítima a transferir altas quantias de dinheiro.
O delegado da DRCC, Érico Xavier, destacou que a identificação dos envolvidos permitiu solicitar as medidas judiciais necessárias e articular diretamente com forças policiais de São Paulo e do Ceará para cumprir os mandados e apreender materiais relevantes para o avanço das investigações.
A Polícia Civil segue apurando a participação de outros possíveis integrantes da organização criminosa.


